"Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; porém, o que importa é transformá-lo".
Karl Heinrich Marx.
05 de maio de 1818.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Cinquenta Anos Depois: os Comunistas e o Golpe de 1964
Pedro Alves
Da histórica
foto acima, tirada durante a Passeata dos 100 Mil no Rio de Janeiro, em junho
de 1968, a luta de classes no Brasil realizou até agora apenas a primeira parte
da frase, com o término da ditadura em 1985, após 21 anos, e sua substituição
por uma democracia burguesa. Realizar a segunda parte da frase caberá ao
próprio povo, encabeçado pela classe operária, dirigida por seu Partido
Comunista.
Nas últimas semanas, vimos, ouvimos, lemos por todos os lados sobre
o golpe de Estado de 1964 e sobre as duas décadas de ditadura que se seguiram: programas
e entrevistas nos meios de comunicação; matérias em jornais, sites e blogs; palestras,
debates e seminários nas universidades; projeções de filmes, lançamentos de
livros. Nesses eventos, quase happenings,
a abordagem hegemônica (e quase consensual) é a de uma grande confraternização
universal[i].
Tudo se parece como se, terminada a ditadura e instaurada (ou restaurada) a
democracia burguesa, todos os brasileiros estaríamos vivendo em um conto de
fadas democrático: “felizes para sempre”.
Na nossa história fabricada, parece que o golpe foi apenas uma
espécie de “putsch de Juiz de Fora”, com
um general de capacete e cachimbo do Popeye marchando sozinho com suas tropas,
e não um golpe de Estado promovido e financiado
pelo fundamental da burguesia brasileira, com amplos estímulo da sua imprensa,
apoio da classe média conservadora e suporte do imperialismo dos EUA.
Assim, teria havido “apenas” uma ditadura (exclusivamente?) militar, e não uma
ditadura de classe, da burguesia, a quem os militares, de fato, serviam.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Comentários sobre a Sobre a Situação Atual da Luta de Classes na Venezuela
Recebemos comentários acerca do artigo Sobre a Situação Atual da Luta de Classes na Venezuela publicado em 26 de março de 2014. O coletivo Cem Flores os considera
relevantes, dando importância em sua divulgação por concordar com os mesmos e para
estimular o debate acerca da posição.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Sobre a Situação Atual da Luta de Classes na Venezuela
A
luta de classes na Venezuela tem se acirrado desde a morte de Hugo Chávez, faz
pouco mais de um ano. Em 2014, e especialmente desde meados de fevereiro, os
enfrentamentos mudaram de patamar. As ruas do país, em especial as da capital,
Caracas, têm testemunhado manifestações de apoiadores do governo bolivariano,
assim como de seus opositores, apoiados pelo imperialismo ianque, pelo poder
econômico e pela grande imprensa. As manifestações tornaram-se mais violentas na
medida em que as contradições se agravam.
Frente
às ameaças de mais um golpe de Estado para o retorno ao poder dos setores da
burguesia ligados ao imperialismo norte-americano, os mesmos que comandaram o
país até 1998 e promoveram o golpe de 2002, o proletariado e as demais classes
exploradas na Venezuela devem barrar, na luta, nas ruas, usando os meios que
forem necessários, essa ofensiva da reação. Essa experiência de luta, de defesa
de suas conquistas concretas, de confronto com os setores mais reacionários das
classes exploradoras, deve possibilitar ao proletariado e demais classes
exploradas na Venezuela que reforcem a sua organização e combatividade e sigam
na ofensiva na luta de classes, superando os atuais limites anti-imperialistas
do governo bolivariano e construindo seu caminho para o socialismo.
O blog Cem Flores expressa sua
solidariedade internacionalista ao proletariado venezuelano, às demais classes
exploradas e aos comunistas daquele país, em sua luta contra a tentativa de
golpe da burguesia venezuelana apoiada pelo imperialismo dos Estados Unidos.
O blog Cem Flores também apoia o
governo bolivariano de Nicolás Maduro contra as tentativas de golpe de Estado,
contra o retorno das classes dominantes ao poder que detiveram até 1998.
Dada
a importância dos eventos que se desenrolam na Venezuela para a luta de classes
em toda a América Latina, publicamos para o debate com os camaradas e com os
leitores do blog uma contribuição recebida de um camarada.
sábado, 22 de março de 2014
Comentários no blog sobre a situação na Ucrânia.
Recebemos dois comentários na postagem da charge que reproduzimos sobre a Ucrânia em 03 de março de 2014. O coletivo do Cem Flores considera importante sua divulgação por concordarmos, no fundamental, com as posições apresentadas.
Como diz nosso colaborador anônimo "trata-se de uma disputa interimperialista, na qual a burguesia se divide, oscila entre os dois lados.
Dessa disputa não resultará nada de positivo para proletariado e demais classes dominadas da Ucrânia. O proletariado ucraniano, como o de todos os demais países, deve buscar sua organização independente para fazer frente à burguesia, seja ela ucraniana, russa, alemã ou americana".
Em 19 de março
de 2014.
Caros
camaradas,
Muito
boa a charge que vocês reproduziram sobre a situação da Ucrânia. De fato, todas
as notícias e indícios que consegui acompanhar na imprensa e em sítios e blogs
sobre aquele país mostram participação efetiva de grupos neonazistas. Inclusive
claramente identificados com a invasão hitlerista na II Guerra e com o combate
ao Exército Vermelho e a URSS. E agora com os ataques a militantes e
instalações do PC da Ucrânia.
quarta-feira, 19 de março de 2014
A LIBERTAÇÃO DA MULHER É UMA NECESSIDADE DA REVOLUÇÃO, GARANTIA DA SUA CONTINUIDADE, CONDIÇÃO DO SEU TRIUNFO
O coletivo Cem Flores apresenta
um texto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Trata-se de uma
intervenção do Presidente da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO),
Camarada Samora MacheI, na I Conferência Nacional da Mulher Moçambicana,
realizada em 4 de Março de 1973. Nesse discurso, que virou um documento de
orientação para o trabalho de base da FRELIMO, o Camarada Samora Machel destaca
um aspecto crucial da luta pela emancipação da mulher: o de que a contradição
principal não é entre homens e mulheres, mas sim entre explorados e
exploradores e que a luta da mulher necessariamente é a luta pela construção da
revolução.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Mais uma Reunião do Comitê Central da Burguesia
A história acontece novamente. E como sabemos
todos, a tragédia vira farsa. Sai Dilma, entra Mantega. Sai a pompa da sala de
reuniões presidencial do Palácio do Planalto e entra a representação do
Ministério da Fazenda em São Paulo. Tal qual março de 2012, o março de 2014
está presenciando mais uma infindável peregrinação do governo do PT ao altar de
Mamon.
Como
os leitores deste blog Cem Flores já devem ter percebido, trata-se de mais uma
rodada de reuniões entre o governo petista e a burguesia brasileira. A
burguesia determina quais as medidas cabe ao seu governo implantar, visando
ampliar a acumulação do capital e as taxas de lucro. O governo de
plantão trata de encontrar as formas institucionais de cumprir as determinações
de seus patrões. Uma análise concreta e exemplificativa desse fato está no
nosso post “Como o Comitê Central da Burguesia Decide as Medidas de Política
Econômica” (http://cemflores.blogspot.com.br/2012/07/como-o-comite-central-da-burguesia.html).
Diante da mediocridade das taxas de crescimento
do país no governo Dilma – resultado das novas condições de acumulação de
capital na economia mundial nesses seis anos de crise do imperialismo, implicando
alterações na divisão internacional do trabalho e os impactos dessas
modificações sobre o Brasil– a burguesia exige cada vez mais do seu governo.
segunda-feira, 3 de março de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Continuar a mobilização nas ruas!
(Foto: Repressão policial
na Central do Brasil no protesto do dia 06 de fevereiro. Veja mais em http://www.jb.com.br/fotos-e-videos/galeria/2014/02/06/manifestacao-contra-reajuste-na-central-do-brasil-termina-com-feridos/)
A continuidade das manifestações
de rua nas principais cidades brasileiras, contra o aumento das tarifas de transporte
público, contra sua péssima qualidade, contra as obras da Copa e seus gastos
faraônicos, contra o desalojamento de famílias e comunidades inteiras e contra
a repressão policial, tem provocado redobrado esforço das classes dominantes na
tentativa de “manter a ordem”. Contra a população nas ruas são usadas desde a
campanha coordenada da imprensa até a repressão crescente do aparelho repressor
do estado capitalista.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
A peregrinação de Dilma a Davos, a Meca do Capital
Em março de 2012 publicamos neste blog Cem Flores
(http://cemflores.blogspot.com.br/2012/03/enquanto-isso-no-comite-central-da.html)
duas significativas fotos dos alegres convescotes de Dilma com mais de duas
dúzias de representantes selecionados da burguesia, os seus patrões, no Palácio
do Planalto. Em julho daquele ano, buscamos oferecer aos camaradas uma análise
detalhada do conjunto de medidas de política econômica que Dilma e o governo
petista haviam tomado para atender às determinações que a burguesia havia feito
no encontro de março
(http://cemflores.blogspot.com.br/2012/07/como-o-comite-central-da-burguesia.html).
Um ano e meio depois, as medidas que continuam a
ser tomadas pelo governo petista (benefícios tributários adicionais, ampliação
das desonerações fiscais, empréstimos de centenas de bilhões de reais a juros
reais negativos, um amplo e multibilionário programa de privatizações, etc.) já
fazem empalidecer o montante daquelas que denunciamos em 2012. Por certo aquele
texto sobre o Comitê Central da Burguesia e as ações do Estado brasileiro já
está por merecer uma atualização...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
“Catracaço” no Rio de Janeiro mostra disposição para a luta!
“Aos gritos de "Ei, Fifa, paga a minha
tarifa", centenas de pessoas pularam as roletas da estação ferroviária
Central do Brasil na noite desta terça-feira, 28, durante ato contra o aumento
das passagens organizado pelo movimento Passe Livre do Rio”, anuncia matéria do
Estado de São Paulo do último dia 28.
domingo, 5 de janeiro de 2014
A crise do imperialismo “globaliza” o acirramento da luta de classes
O agravamento de todas as contradições do capitalismo é fruto de tendências que estão levando a um rearranjo da economia mundial, do sistema imperialista, levando a uma nova divisão internacional do trabalho, visando retomar a taxa de lucro, nas condições de saída das classes dominadas da defensiva na luta de classes, que se apresenta nas suas condições nacionais específicas como luta política, nacional, religiosa, etc.
A principal característica da conjuntura atual, do ponto de vista do proletariado, é essa saída das classes dominadas da defensiva na luta de classes. Ou seja, estão dadas as condições para a retomada da ofensiva da classe operária e das demais classes dominadas na luta de classes. Estão dadas as condições para a retomada da teoria científica e revolucionária do proletariado, o marxismo. Estão dadas as condições para o fortalecimento das posições revolucionárias na luta de classes e a reconstituição ou o fortalecimento do partido comunista em cada país.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Sobre o 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários em Lisboa
Com o intuito de aprofundar o debate sobre a
reorganização do movimento comunista internacional, publicamos artigo de
G. Marinos, membro do Bureau Político do Partido Comunista da Grécia (KKE) que esclarece melhor as posições dos PC`s no 15º Encontro Internacional de
Partidos Comunistas e Operários, dando elementos importantes para melhor compreender esse processo. Já publicamos a intervenção do KKE no referido
encontro, que pode ser lida aqui. O original desse artigo pode ser acessado no sitio do KKE.
Depois do Encontro Internacional de Partidos Comunistas e
Operários realizado em Lisboa nos dias 8,9,10 de Novembro, organizado pelo
Partido Comunista Português, verificou-se alguma actividade, e representantes
de vários partidos comunistas estão a tentar analisar o que se passou na
perspectiva da sua própria análise ideológico-política.
domingo, 15 de dezembro de 2013
“Amanhã vai ser maior”: as manifestações de 2013 no Brasil e a retomada da ofensiva dos explorados na luta de classes
As manifestações que sacudiram o país a partir de junho deste ano não
podem ser tratadas como fatos isolados, muito menos como ‘raios em dia de céu
azul’. Desde o agravamento da crise do imperialismo em meados de 2008,
manifestações semelhantes ocorreram em vários países, com características
similares de organização, contestação, formas de luta e reivindicações, que procuramos
listar ao longo deste texto e, principalmente, a imediata escalada da repressão
por parte do Estado e de seus aparelhos repressivos e ideológicos. As multidões
de desempregados, principalmente jovens, e trabalhadores precarizados que vão
às ruas do mundo todo resistir contra os efeitos da crise só recebem a violenta
repressão policial, enquanto os governos aprofundam as políticas de
“austeridade” buscando estimular a retomada do processo de acumulação de
capital, aprofundando a miséria e a exploração da classe operária e de quase
toda população. A crise do capitalismo fecha o círculo da repressão e do
controle militar sobre as perspectivas de luta popular de transformação social.
Na medida de suas especificidades, o Brasil enfrenta essa conjuntura a partir
de outro patamar histórico, ainda que por aqui o clima dos “megaeventos” (Copa
do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016) sirva de pretexto adicional para o
fortalecimento de um estado policial que sempre foi bem conhecido do
proletariado e das camadas mais pauperizadas da população. A retomada de uma
perspectiva revolucionária da luta de classes, espaço ocupado aqui pela
hegemonia do petismo nas últimas décadas, é a tarefa principal dos comunistas
nesta conjuntura.
domingo, 17 de novembro de 2013
Discurso de Giorgos Marinos, membro da Bureau Político do Comité Central do KKE, no 15º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários em Lisboa
Estimados
camaradas:
Agradecemos ao
Partido Comunista Português a hospitalidade e saudamos os representantes dos
Partidos Comunistas que participam no 15º Encontro Internacional de Partidos
Comunistas e Operários
O KKE presta
homenagem ao comunista Álvaro Cunhal. Secretário-Geral do Partido Comunista
Português, figura destacada do movimento comunista por motivo do 100º
aniversário do seu nascimento.
sábado, 5 de outubro de 2013
Viva o camarada Vo Nguyen Giap!
Ho Chi Minh e Vo Nguyen Giap. Dois humildes
gigantes à frente do Partido Comunista, do Exército Popular e do povo
vietnamita, derrotando os imperialistas de Japão, França e EUA.
Camaradas,
Com imenso pesar, os comunistas e
anti-imperialistas de todo o mundo recebemos hoje a informação da morte, no
último dia 4 aos 102 anos, do notável general Vo Nguyen Giap, o cérebro militar
que derrotou os japoneses, expulsou os franceses e humilhou os estadounidenses,
expulsando-os todos do Vietnam.
As décadas de luta sem tréguas do
povo vietnamita contra o colonialismo e a invasão imperialista trazem lições
imorredouras e universais para todos os comunistas e anti-imperialistas do
mundo inteiro.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do Trabalho.
As manifestações em todo o país a partir de junho são o fato que domina a conjuntura da luta de classes no Brasil. Elas se incorporam a uma multiplicidade de protestos e levantes pelo mundo, como parte de um mesmo processo de luta contra a exploração e dominação capitalista, no contexto da mais profunda e duradoura crise econômica do imperialismo desde a última grande depressão de 1929. Discutir coletivamente esse movimento é uma tarefa de primeira ordem para os comunistas e lutadores, uma vez que inúmeras questões permanecem inteiramente em aberto. Discutir para melhor guiar nossa ação nessa conjuntura da luta de classes.
Para contribuir com esse debate, oferecemos aos militantes e ativistas que, cada vez mais, dedicam o melhor de suas vidas à luta das classes trabalhadoras, o livro Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do Trabalho. O livro traz uma compilação de textos escritos entre 2000 e 2011. Embora anterior às jornadas de junho, a leitura dos textos colabora para entender as causas profundas, as tendências e perspectivas abertas pelas manifestações.
O livro está dividido em três partes: a primeira apresenta algumas teses para retomar o marxismo, o materialismo dialético e o materialismo histórico. A segunda analisa a conjuntura internacional e as contradições do imperialismo a partir dos anos 1970, especialmente a situação concreta da crise do imperialismo e suas consequências, utilizando os principais conceitos do materialismo histórico. A terceira e última parte trata da conjuntura nacional, analisa e conceitua a formação econômico-social brasileira nas condições históricas da crise do imperialismo como regressão a uma situação colonial de novo tipo.
Para adquirir o livro Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do trabalho você pode entrar em contato com:
Livraria Antônio Gramsci
Rua Alcindo Guanabara, 17, térreo, Cinelândia, Centro.
Rio de Janeiro, RJ. Brasil.
CEP 20031-130
Tel. (21) 2220-4623
Email: livraria@piratininga.org.br
http://www.piratininga.org.br/
Para contribuir com esse debate, oferecemos aos militantes e ativistas que, cada vez mais, dedicam o melhor de suas vidas à luta das classes trabalhadoras, o livro Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do Trabalho. O livro traz uma compilação de textos escritos entre 2000 e 2011. Embora anterior às jornadas de junho, a leitura dos textos colabora para entender as causas profundas, as tendências e perspectivas abertas pelas manifestações.
O livro está dividido em três partes: a primeira apresenta algumas teses para retomar o marxismo, o materialismo dialético e o materialismo histórico. A segunda analisa a conjuntura internacional e as contradições do imperialismo a partir dos anos 1970, especialmente a situação concreta da crise do imperialismo e suas consequências, utilizando os principais conceitos do materialismo histórico. A terceira e última parte trata da conjuntura nacional, analisa e conceitua a formação econômico-social brasileira nas condições históricas da crise do imperialismo como regressão a uma situação colonial de novo tipo.
Para adquirir o livro Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do trabalho você pode entrar em contato com:
Livraria Antônio Gramsci
Rua Alcindo Guanabara, 17, térreo, Cinelândia, Centro.
Rio de Janeiro, RJ. Brasil.
CEP 20031-130
Tel. (21) 2220-4623
Email: livraria@piratininga.org.br
http://www.piratininga.org.br/
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Cadê o(s) Amarildo(s)?
Em julho de 2013, no mês seguinte às grandes manifestações de massa no Brasil inteiro, o pedreiro Amarildo de Souza foi retirado de sua casa, na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, por dois policiais militares. Levado até o ponto onde estava o restante da guarnição ele foi colocado, algemado, em um carro da PM sob os gritos de sua esposa Beth para ilegal e supostamente ser levado para “averiguações” na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. Nunca mais foi visto.
sábado, 7 de setembro de 2013
Denunciar a agressão imperialista à Síria!
“Será
necessário perguntar se haveria aí, no
terreno do capitalismo, outro meio que não a guerra para remediar a
desproporção entre, por um lado, o desenvolvimento das forças produtivas e a
acumulação de capitais e, por outro, a partilha das colônias e das “zonas de
influência” do capital financeiro?”
Lênin[1]
Mais uma vez a máquina
industrial-militar do imperialismo norte-americano e de seus aliados está posta
em marcha, preparando sua enésima agressão imperialista a um povo dominado.
Dando prosseguimento a mais de uma década contínua de guerras de ocupação, de
invasões militares, de bombardeios à distância, do uso de drones assassinos, de
agressões imperialistas em diversos níveis, os imperialistas dos EUA anunciaram,
agora, um iminente ataque à Síria. Com isso, terão formado uma linha de guerra
contínua, que vai da Líbia ao Afeganistão, passando pelo apoio ao golpe militar
do Egito, apoio às agressões de Israel à Palestina e ao Líbano, pela invasão e
ocupação militar do Iraque e as constantes ameaças ao Irã.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
CONTINUAR NAS RUAS!
Reproduzimos outra mensagem recebida de um colaborador do blog.
O
povo nas ruas, nas ruas deve continuar. Como
mais uma vez foi dado o exemplo nesta quinta-feira, 26 de junho, em todo o
Brasil.
Caros camaradas do Cem Flores,
Um fantasma ronda o Brasil. O fantasma do povo brasileiro, das
classes dominadas, das manifestações populares. Contra esse fantasma, todo o
conjunto das classes dominantes, seus representantes e serviçais se unem, para
calá-lo. A burguesia, a Presidente Dilma e seu governo, congressistas,
governadores e prefeitos, partidos à direita e à “esquerda”, sindicatos
pelegos, a imprensa burguesa e seu clamor pela repressão policial.
Se antes (dizia-se) o povo não saia às ruas, agora que não
podem mais evitar querem calar, manipular, difamar, reduzir as propostas ao que
é aceitável pelos poderes constituídos da ordem burguesa.
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