Reproduzimos o texto de Mao Tse Tung que, como informa o site e nossa fonte marxists.org, “constitui uma parte das conclusões apresentadas pelo camarada Mao Tse Tung ao II Congresso Nacional dos Delegados dos Operários e Camponeses, realizado em Jueiquin, província de Quiansi, em Janeiro de 1934.”
A nosso ver, o texto apresenta importantes contribuições para o atual momento político do movimento comunista. Movimento este em nível rudimentar de reorganização, sob forte ofensiva ideológica do inimigo, e com a tarefa urgente de (re)fundir-se às classes dominadas e às suas lutas.
A despeito das particularidades históricas nas quais o dirigente comunista se debruça, podemos notar certos princípios e características do estilo comunista no trabalho político e na luta ideológica. Como o próprio título destaca, a luta de classes, inclusive quando em contexto de guerra aberta, como no caso chinês da época, não possui apenas uma dimensão de confronto com o inimigo. Há também o problema das condições de vida das massas, com questões concretas e cotidianas, no qual os comunistas devem atuar.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018
domingo, 18 de novembro de 2018
Outubro e nós (Parte III)
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"Vence os brancos com a cunha vermelha” - Lissitzky |
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domingo, 11 de novembro de 2018
Balanço das Greves em 2017: é preciso reforçar a resistência nos locais de trabalho
No mês de setembro, o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos publicou o Balanço das Greves de 2017. Esse Balanço é o principal estudo sobre o assunto no país, e apresenta um bom panorama sobre a atividade sindical e as lutas dos trabalhadores.
Apesar do baixo nível de organização sindical no Brasil, hegemonizado pelo reformismo e pelo oportunismo, os dados demonstram que os trabalhadores, em 2017, continuam resistindo e lutando. Até mesmo com o agravamento da conjuntura causado, sobretudo, pela crise econômica e seus impactos devastadores para as classes dominadas (desemprego, miséria, violência, "reformas" da burguesia etc.). Aliás, essa continuidade se faz inclusive por conta desse agravamento, que empurrou e mobilizou os trabalhadores a construir, por exemplo, uma significativa Greve Geral em abril do ano passado.
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domingo, 4 de novembro de 2018
10 anos do Cem Flores.

Camaradas e leitores.
Há 10 anos lançamos nosso blog, hoje site. Como nos apresentamos então, a ideia era (e é) ser “um espaço construído por um coletivo de companheiros com o objetivo de atingir aqueles que, através do marxismo, optaram por pensar com suas próprias cabeças e desejam um espaço para esgrimirem suas ideias sobre o rumo do socialismo e a teoria que o ilumina.”
Em nosso artigo inaugural (Por que razão discutir a crise do Marxismo?) afirmamos que “muito mais do que uma discussão sobre organização, tática ou estratégia, o que necessitamos é discutir a situação, o estado da teoria marxista, sua crise escancarada após o XX Congresso do PCUS e a cisão do movimento comunista em 1963, a necessidade urgente e incontornável de tomá-la a sério e perguntarmos por suas causas.” E indicamos um caminho, em nossa opinião, ainda atual: “Trabalhar, para retomar a teoria revolucionária como instrumento para a construção da revolução, do socialismo e do comunismo.(…) Tomar a teoria como arma do proletariado na luta de classe, arma que possibilita a ele e demais classes dominadas a ter uma prática revolucionária, elaborar a linha justa na luta de classes.”
Sempre com esse objetivo, e para comemorar essa data, disponibilizamos, nos links abaixo, as versões digitais dos livros Intervenções na Conjuntura da Luta de Classes, que publicamos em maio de 2018, e Luta de Classes, Crise do Imperialismo e a Nova Divisão Internacional do Trabalho, publicado em 2011.
Acesse nos links abaixo os livros completos em pdf.
Aos que pretenderem comprar estes livros entrem em contato conosco:
cemflores@cemflores.org
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